domingo, 27 de março de 2016
Rondelli - Roldana - Arruela
sábado, 26 de março de 2016
Os símbolos da Páscoa
A Páscoa, para os hebreus, era a festa que celebrava a passagem da escravidão do Egito para a libertação.
Já para os cristãos significa a passagem da morte para a vida, com a morte de Cristo e sua ressurreição.
Os ovos de Páscoa trazem a idéia de nascimento, começo de vida. Os cristãos primitivos aproveitaram o costume de presentear com ovos coloridos, realizado por muitos povos da antigüidade, para lembrar a ressurreição de Jesus. A substituição de ovos cozidos pelos de chocolate pode ser explicada pela abstinência de produtos de origem animal que alguns cristãos fazem durante a Quaresma.
O coelho tornou-se símbolo pascal por sua grande fecundidade. Representa a Igreja que, pelo poder do Cristo, é fecunda na missão de propagar a palavra de Deus a todos os povos.
Fertilidade e a esperança de vida nova.
O Círio Pascal, uma vela grande que é acesa no Sábado de Aleluia, significa “Cristo, luz dos povos”. Os símbolos Alfa e Ômega, nela gravados, querem dizer que “Deus é princípio e fim de tudo”.
A luz da vela representa a ressureição de Cristo.
A cruz simboliza o sofrimento e a ressurreição de Cristo.
O Cordeiro é o próprio Cristo, “filho e cordeiro de Deus” que foi sacrificado para salvar a humanidade.
Moisés sacrificou um cordeiro em homenagem e agradecimento à Deus pela libertação dos hebreus da escravidão no Egito. Também simboliza, do ponto de vista cristão, Jesus Cristo, que foi
crucificado para libertar os homens de seus pecados.
O pão e o vinho, usados por Cristo na Última Ceia, eram os principais alimentos da época, e representam o corpo e o sangue de Cristo.
São símbolos para celebrar a vida eterna.
Aleluia é uma palavra hebraica que significa “louvem o Senhor com alegria”.
O bolo criado na Itália em forma de pomba, conhecido como colomba pascal, retrata a vinda do Espírito Santo de Deus.
A pomba simboliza a paz de Cristo e também a presença do Espírito Santo.
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quinta-feira, 24 de março de 2016
I pupi con L'uovo. - Os bonecos com ovo
Os bonecos com ovo.
O ovo é o símbolo para as festividades da Páscoa, mas sempre foi considerado, uma vez que mesmo antigo símbolo da vida, fertilidade e pureza.
Conta-se que na época da guerra ninguém tinha dinheiro para comprar nada para as crianças e aí criaram biscoitos com ovos para diversão da criançada.
A tradição acontece da região central da Itália para o sul, sendo muito forte o costume e tradição na Sicília.
Mesmo na Sicília, hoje há o uso de dar ovos de chocolate, mas o costume típico do "I pupi con l'uovo é de quase toda a ilha, para ter à mesa colorida de ovos cozidos e preparar "o fantoches cu l'óvulos "biscoitos de várias formas contendo, imersos ou afloramento, um ovo.
As formas destas sobremesas caseiras são muitas e muitas vezes curiosa, como os nomes com que são chamados nas regiões: aceddi cu l'óvulos, Panarina, cuddura, cudduredda .... são preparados nos dias antes da Páscoa e são relativamente fáceis de fazer de diversos símbolos e modelos, muito apreciado pelas crianças.
Vai ou está na Itália ? Tenha o prazer de saboreá-los!
sábado, 19 de março de 2016
Festa Del Papà
Dia dos Pais na Itália,
Começou nas primeiras décadas do século XX, para comemorar a paternidade dos pais em geral.
A festa é celebrada em várias datas ao redor do mundo, muitas vezes acompanhado pela entrega de um presente para seu pai e na Itália acontece sempre no dia de São José - 19 de Março.
Como em muitos países de tradição católica, Dia dos Pais é comemorado no dia de São José, pai adotivo de Jesus, esposo da Virgem Maria, um símbolo de humildade e dedicação.
No Martirológio Romano, 19 de março, n. 1: "Solenidade de São José, esposo da Virgem Maria: homem certo, que era descendente de Davi, serviu como pai para o Filho de Deus, Jesus Cristo, que queria ser chamado de filho de José e ser seu submisso como uma criança a seu pai. A Igreja venera com especial honra-o como patrono, colocada pelo Senhor sob a custódia de sua família.
São José (San Giuseppe) na tradição popular também protege os órfãos, jovens solteiras e os menos afortunados.
Em algumas áreas da Sicília - sul da Itália, 19 de março se tem a tradição de convidar os pobres para o almoço. Em outras áreas do festival coincide com a festa do fim do inverno como ritos, queimando os campos para trabalhar e nas praças são acesas fogueiras a serem superadas com um salto.
O doce típico da festa tem variações regionais, mas se baseia principalmente nos cremes e / ou compotas com massa semelhantes aos do donuts.
Segundo a história, após a fuga para o Egito com Maria e Jesus, São José teve que vender panquecas para ser capaz de sustentar a sua família em uma terra estrangeira. Eles são feitos com massa semelhante a sopros de creme, uma forma plana, e pode ser frito ou cozido, encima é colocado normalmente creme e geléia de cereja.
Toscana e Umbria se espalhou como o típico panqueca de arroz doce, feito com arroz cozido no leite e aromatizado com especiarias e licores, depois frito.
No norte da Itália , no entanto, um doce típico da festa é o Raviola (concha pequena de massa ou de rosca massa dobrada sobre uma colher de geléia, creme ou outro recheado, em seguida, cozido ou frito).
Foto: Zeppole di San Giuseppe
A Trebbo di Reno, perto de Bolonha, realizada anualmente no terceiro domingo do mês de março, o tradicional e multicentenaria "festa de Raviola", que abrange ambos os ritos religiosos entre outros eventos que atraem parentes, visitantes e turistas do país.
Em algumas regiões da Itália central (especialmente Toscana, Umbria e Lazio) que são típicas de doces, sempre frito, feito com arroz cozido no leite, além de sabor doce vinho, uvas passas ou frutas cristalizadas e quais são chamados de panquecas.
Na Sicília, a tradição Catanese típico e se espalhou por toda a ilha, são as peças-doce frita em forma ou varas feitas de arroz, temperado com casca de laranja e mel, conhecido como rosquinhas de arroz ou arroz crispelle.
Um lindo dia doce para todos os pais do Grupo ❤️Coisas da Bela Itália❤️
sábado, 27 de fevereiro de 2016
Carpaccio
Mapa do Vinho na Itália
domingo, 21 de fevereiro de 2016
Dia do Imigrante Italiano
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Termas na Itália
Mole Antonelliana - Turim
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
Milão e seus outlet's
Vale lembrar que outlets na Itália não tem os preços tão maravilhosos como nos EUA (até por conta do câmbio do euro X real ), mas para quem está procurando grandes marcas com preços um pouco mais baixo, seguem algumas opções.
Até porque os turistas que vão para Milão e gostam de outlets adoram e se esbaldam nas diversas opções que são oferecidas.
Matia’s Outlet
Piazza Carlo Mirabello,4
Longe do burburinho turístico muito bem abastecido e organizado, trabalha só com grifes como Armani, Missoni, Bluemarine, Jil Sander e oferece moda feminina, masculina, sapatos e acessórios.
Os descontos podem chegar até 50%, possuem também uma loja dedicada a moda infantil de 0 a 16 anos, que fica em Via Balzan, 3, sempre em Brera. Não possuem site.
Il Salvagente
http://www.salvagentemilano.it/
Inaugurado em 1978, é um outlet urbano.
Ambiente claro, organizado é especializado nas grande marcas italianas como Armani, Fendi, Dolce & Gabbana, Stella McCartney, Burberry, Marc Jacobs entre outras.
Via F.lli Bronzetti 16
20129 Milano
Tel +39 02 7611 0328
Lunedi: 15.00-19.00
dal Martedì al Sabato: 10.00-19.00
Domenica: 11.00-19.00
Os descontos ficam por volta de 20/30%, mas em época de liquidação aumentam e podem chegar até 60%.
D Magazine
Via Manzoni 44-20121
Com três endereços na cidade, talvez seja um dos mais centrais, já que dois deles estão bem no quadrilátero da moda: Via Manzoni e Via Bigli. Propõe grandes grifes com preços bem em conta em relação ao preço original. As etiquetas trazem o nome da marca, o ano da coleção da peça, o preço original e de outlet.
As roupas são divididas nas araras e prateleiras por marcas, o ambiente é escuro mas aconchegante.
10 Corso Como Outlet
http://www.10corsocomo.com/visit/?pageID=outlet
Corso Como, 10
Oferece peças mais “baratas” de grandes designers da moda internacional como: Givenchy, Stella Mc Cartney, Alexander Mc Queen e muitos outros. Um estilo único.
Vestistock
Via Ramazzini 11
Opening Hours: mon-fri: 10am-7pm, sat 10am, sat: 10am-7:30pm, sun: 10am-1pm 3:30pm-7pm
Foi inaugurado em 1981 e passou por uma reforma. Fica em um amplo subsolo na zona de Porta Venezia, onde predomina a moda clássico Moschino, I Blues, Max Mara, Les Copains, Romeo Gigli, Henry Cottons.
domingo, 17 de janeiro de 2016
Roma
Roma
Coisas da Bela Itália❄️⛄️❄️⛄️☃☃☃Inverno
http://mobile.ilmeteo.it/giornale/meteo-roma-oggi-sereno-lunedi-18-poco-nuvoloso
Nevar em Roma não é um fenômeno muito comum, a última vez que os romanos presenciaram um dia “com neve” foi em 2012.
Webcam que registrou o fato nos Jardins do Vaticano
Já a última vez que a capital italiana ficou coberta de neve foi no dia 11 de fevereiro de 1986, quando a neve atingiu quase dez centímetros nas ruas do centro da cidade, teve até alguns malucos esquiando em plena rua do Vaticano.
O ar frio da Escandinávia vai se espalhar e atingir o sul da bota. O frio será agravado por fortes ventos vindos do norte com rajadas de 90-100 km/h. Assim, a temperatura sentida pode ser ainda menor.
Veja fotos da webcam de ontem à noite no Vaticano.
Webcam Basílica di S. Pietro
Webcam Piazza San Pietro
Webcam Governatorato
Webcam Cupola di S Pietro
Pelas postagens do dia no Twitter nos arredores de Roma neve è arrivata.
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Torre Dell’ Orologio – Venezia
A Torre dos Mouros é um dos mais famosos marcos arquitetônicos em Veneza, de pé sobre um arco que conduz para o que é a principal rua comercial, o velho Merceria. É também um elemento com quebra e ligação entre as várias partes do complexo arquitetônico da Praça de São Marcos e entre diferentes funções urbanas que circula: os lugares de poder político e religioso; lugares de representação e da economia; para o mar e toda a cidade edifício layout. A torre é, em suma, com o seu grande relógio astronômico, uma obra-prima de tecnologia e engenharia, um elemento essencial da imagem de Veneza e marca, mais de quinhentos anos para a vida, a história eo fluxo contínuo de tempo . A decisão de construir um novo relógio público no pavimento para substituir degradado e velho relógio inadequada Sant'Alipio (no noroeste da Basílica) acima, como é conhecido, a relacionada com a localização física da máquina.
A Torre do Relógio (Torre dell’Orologio), abriga um dos maiores relógios astronômicos do mundo, foi construída por Codussi entre 1496 e 1499, é um dos monumentos arquitetônicos mais lindos e fotografados de Veneza. Fica do lado norte da Praça de São Marcos, vizinha da Procuradoria Velha e foi erguida sobre um arco que dá acesso à principal rua de Veneza, a Merceria.
A Torre está em local onde é visível desde a laguna, para que todos que ali entrassem soubessem da riqueza e glória da República. É alta, tem cinco pisos, com duas alas laterais mais baixas.
Como um dos elementos que distingue a Piazza San Marco de outras belas praças ela rompe com a arquitetura que circunda os três lados da praça, a das Procuradorias, e o que vem a seguir, a Basílica Bizantina, mas colabora para a harmonia do conjunto e o embeleza mais ainda com seu grande relógio astronômico, obra-prima da técnica e da engenharia do final do século XV, que regula, há mais de 500 anos, a vida, a história, e a passagem do tempo em Veneza.
No alto, o terraço onde duas grandes estátuas em bronze batem no sino para marcar as horas. Nomeados pastores por seu escultor, em 1494, o que combina com a pele de carneiro que cobre sua nudez, ficaram conhecidos como “os mouros”: alguns estudiosos dizem que isso foi para mostrar que havia escravos mouros em Veneza, aprisionados nas muitas guerras travadas por motivo religioso.
O sino onde batem, cada um com seu martelo, é o original de 1497. Os dois mouros não são iguais: o de barba é mais velho do que o outo. O velho bate o sino um pouco antes da hora, é o passado. O novo, o futuro, um pouco depois.
Do lado externo o que se vê é um esplendor. Logo abaixo do terraço está o leão alado de Veneza sobre fundo azul veneziano, salpicado de estrelas em ouro, com o Livro de São Marcos Evangelista aberto diante dele.
No andar de baixo, as imagens do Anjo Gabriel seguido dos Reis Magos saem e entram em procissão, duas vezes ao ano, Dia de Reis e Dia da Ascensão, para reverenciar Maria e o Menino Jesus, cuja imagem fica num pequeno balcão semicircular.
Dois painéis, um de cada lado, mostram a hora e os minutos: do lado esquerdo, em algarismos romanos; do direito, em arábicos.
E finalmente, o quadrante do relógio, em mármore, esmalte e ouro, com as 24 horas do dia em algarismos romanos. O engenhoso aparelho mostra as horas, as estações do ano, as fases da Lua e os cinco planetas então conhecidos: Saturno, Júpiter, Marte, Vênus e Mercúrio.
As horas são indicadas por um ponteiro dourado enfeitado por uma imagem do sol. Os signos do zodíaco giram mais lentamente que o ponteiro para mostrar a posição do sol no zodíaco. No centro do mostrador esmaltado em azul ficam a terra e a lua que gira para mostrar suas fases, cercadas por estrelas sempre na mesma posição.
De 1996 à 1997 o relógio passou pela primeira grande restauração.
Nesta foto eu e meu filho Gabriel em 2007.
É possível acessar o topo da torre por 12 euros para bilhete inteiro e 7 euros bilhete meia. A subida é por uma escadaria em espiral, mas vale o sacrifício para apreciar a vista do alto da torre que é uma vista fantástica.
Programe sua visita através do site:
http://torreorologio.visitmuve.it/


















































